Artigo elaborado pela colaboradora Nicole Kieuteca Araújo Rodrigues do setor de Gestão de Pessoas sobre solidariedade dentro das empresas. Como você tem se portado neste novo tempo que estamos vivendo?

Em tempos de crise é notável como a maioria das pessoas se tornam solidárias com o próximo e ficam sensibilizadas. 

Mais do que nunca as empresas precisam engajar seus colaboradores em projetos sociais, pois muitos à nossa volta estão passando pelo desemprego e redução de salário, e é provável que alguém próximo a você possa estar passando por dificuldades.   

Neste momento te convido a desacelerar e observar as pessoas e suas necessidades. O que pode ser algo simples e de baixo custo para alguns, pode fazer toda a diferença na vida de outros.

Você já perguntou aos seus colegas de trabalho ou para seu vizinho se está tudo bem? Se ele precisa de algo? Às vezes apenas algumas palavras de coragem e incentivo são formas de ser generoso, você não necessariamente precisa investir financeiramente. Iniciativas solidárias ou até mesmo suas habilidades em função do próximo, podem ajudar a reduzir este peso psicológico que involuntariamente o distanciamento social trouxe para muitas pessoas.  

Empatia é uma palavra importante que todos precisamos desenvolver cada dia mais. Só nos colocando no lugar do outro para tentar entender o que ele está vivendo. Estas ações não podem acontecer apenas em tempo de crise ou pandemia, gestos como esse precisam estar enraizados e desenvolvidos sempre que possível.

 Fazendo uma análise pelo olhar organizacional, este tipo de projeto pode ser uma forma de fortalecer a marca, atrair clientes, fazer com que os profissionais se sintam orgulhosos de fazer desta empresa e ainda atrair novos talentos. Cada dia mais as escolhas dos consumidores querem estar alinhadas com o desejo de contribuir para o mundo de alguma maneira. Pense que você tem duas empresas que oferecem exatamente o mesmo produto, mas uma é engajada em projetos sociais e ambientais e a outra não. Qual seria sua escolha? Escolha uma forma onde todos ganhem.

Esta fase vai passar, mas a vontade e o desejo de ajudar o próximo precisa ser constante. A gratificação em dar é com certeza muito maior do que receber e quando estamos sendo úteis, automaticamente nos sentimos bem. Temos que continuar a formar uma corrente do bem e solidariedade e assim mudaremos o mundo.